segunda-feira, 22 de março de 2021

REDAÇÃO SEMANA 22 DE MARÇO DE 2021

 

“Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” é o tema da redação

Antes de escrever leia isto

 http://inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/-caminhos-para-combater-a-intolerancia-religiosa-no-brasil-e-o-tema-da-redacao-do-enem-2016/21206


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Prazo final de entrega: segunda-feira dia 03 de abril de 2021

17 comentários:

  1. Sabemos que o Brasil é um país laico, onde todas as religiões são aceitas, temos mais de oito tipos de religião. Embora a diversidade seja grande, a intolerância religiosa existe e é até motivo de assassinato/agressão a muito tempo. A começar na Europa medieval, onde as pessoas repudiaram os atos das "bruxas", chegando a ser inadmissível fazer um chá, que as levavam a serem queimadas, enforcadas e etc. Aqui no Brasil podemos comparar bastante com a intolerância as religiões afro-brasileiras, que se encontra no topo das que mais sofrem preconceitos, essas que muitas vinheram da África e dos negros, por tanto também carrega não só a intolerância religiosa, como podemos incluir o racismo. Esse preconceito gera violências, sendo uma delas queimando, destruindo e até interditando centros religiosos, feitas pela própria população, chegando a matar e espancar líderes e seguidores religiosos. Tendo em 2014 o índice de 12% de agressões físicas, verbais e psicológicas. Devemos respeitar qualquer tipo de religião, sabendo aceitar opiniões e atos de cada uma delas, o Brasil como país laico dá o direito a todas as manifestações religiosas, podendo cada um seguir em paz seus líderes e doutrinas.

    Ially cristiny
    3°blog

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  2. Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

    Segundo Martin Scorsese, “Intolerância só gera brutalidade” e essa frase diz muito sobre o que já aconteceu no cenário brasileiro, mais especificamente, no período colonial. Nesse período existiam leis que puniam as pessoas ao discordar da religião que foi posta pelos escravizadores. Hoje, essas leis não são mais executadas, mas ainda temos índices altos de discriminação por conta da religião.
    A sociedade é muito metódica, criam situações nas quais não são necessárias e as pessoas não tem o livre arbítrio de escolherem suas religiões pois são brutalizadas e automaticamente excluídas de diversos grupos sociais. Com base nisso, foi criada uma lei que tem como pena deter as pessoas que praticar tais perturbações ou desprezo.
    Portanto, sabemos que essa lei não é seguida com muita constância trazendo divergências para as pessoas que sofrem com respectivas agressões, são obrigadas a seguirem de forma silenciosa para não se frustrarem. Para termos uma sociedade mais igualitária, seria necessário que o Ministério da justiça trabalhasse nesse caso melhorando a Lei. Mas, de fato precisaria da ajuda do Ministério da cultura para a criação de palestras nas escolas e empresas, mostrando e pautando as realidades de diversas pessoas que já passaram ou passam por certa tolerância.

    bruna larissa 3 blog

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  5. A intolerância religiosa é algo que está presente em diversas culturas ao redor do mundo. Ocorridos na idade média, capítulos históricos como as Cruzadas — onde a igreja Católica Romana disputava o domínio de Jerusalém contra os turcos que proibiam o acesso dos cristãos a “Cidade Santa” — e a Santa Inquisição — marcado com um tribunal religioso que condenava qualquer um que não aceitava os dogmas pregados pela igreja Católica — se tornaram um grande exemplo de intolerância religiosa a ser mostrado.
    Vale ressaltar que o problema apresentado (Intolerância religiosa) não começou e nem terminou na “Idade das Trevas”. Segundo dados disponibilizados pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, entre os anos de 2011 a 2014 foram registradas diversas denúncias de intolerância religiosa no Brasil, sendo a maioria das vítimas (75 pessoas) fiéis de religiões afro-brasileiras. Nos anos de 2013 e 2014, respectivamente, 20% e 12% dos episódios envolveram violência física. Prevista no capítulo 1, Art. 208, do Código Penal, a intolerância religiosa é um crime inafiançável, onde sua pena pode durar de um mês a um ano, ou ser convertida em multa.
    Um grande passo contra a intolerância religiosa foi dado quando a mesma foi vista como crime, mas nada é resolvido quando apenas isso é feito, também está nas mãos da família e instituições religiosas a luta contra a intolerância, sendo dever dos grupos o ensinamento de valores como o respeito. O combate contra a intolerância religiosa é algo lento, e pode vir a ser impossível sem o apoio da sociedade e um maior policiamento do governo.

    Eduarda Evellen

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  7. Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil.

       De acordo com a lei n° 9.454, de 13 de maio 1997, o preconceito por religião é crime. Contudo, ainda sim, muitos indivíduos são vítimas de intolerância religiosa, como no caso da Mãe Gilda de Ogum, que há 20 anos morreu de um ataque cardíaco após a notícia da manchete "macumbeiros charlatões lesão a vida é o bolso de clientes".
        Sobretudo, mesmo o Brasil sendo um país laico - onde não há uma religião oficial - muitos são vítimas desse desrespeito. Os da religião afro-brasileira são os mais perseguidos atualmente. A cada três dias uma denúncia por religião é registrada, 20% envolvendo violência física. A intolerância religiosa, muitas vezes é causada por pessoas fanáticas, que defendem sua religião de maneira errônea, sem pensar no mal que irá causar ao próximo.
       Nessa lógica, mais medidas são necessárias para combater esse problema. Para isso, o Ministério da Educação deve criar um projeto de lei, entregue a câmara dos deputados, incluindo em todas as escolas de ensino fundamental, o ensino de ética, moral e cidadania como componente curricular obrigatório. Além disso, o Governo também deve dar palestras, e anunciar nos meios de comunicação a dimensão desse problema, conscientizando a população. A fim de que todos tenham um país sem intolerância religiosa.

    Francielly Silva 3b log

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  8. Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil



    No Brasil ainda presenciamos vários casos de intolerância religiosa ocasionadas por pessoas que não tem respeito pelo próximo. Sabemos que o Brasil é um dos lugares bastante escolhidos por imigrantes que fogem de sua cidade natal por motivos pessoais e pelas guerras, por esse motivo nosso país é bastante diversificado, com culturas, religiões e estilos de vidas diferentes, mas isso não significa que somos superiores ou inferiores aos outros. Muitas pessoas sofrem agressões físicas e verbais por possuírem uma religião diferente, de acordo com uma pesquisa de 2011 a 2014, pessoas que seguem a religião Afro-brasileira são as que mais sofrem discriminação. Para combater o crescimento dessas estatísticas, deveriam aprimorar a lei, aumentar o tempo de reclusão ou algo parecido, a lei n 9.459 que diz que quem praticar intolerância religiosa será punido de uma a três anos de reclusão e aplicação de multa. Também deveriam ensinar as crianças a respeitar as pessoas independente de sua cor, raça e religião.



    Karine Maria; 3 b log

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  9. Sob a Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada em 1948 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, a religião não pode ser uma característica distinta de qualquer direito. Além disso, a Declaração proclama a liberdade de adotar, mudar e manifestar a religião individual, coletiva, privada e publicamente, não se tratando apenas de um sinônimo de pluralidade religiosa, mas também instituindo que qualquer Estado, seja laico ou denominacional, não pode de forma alguma renunciar à sua função de salvaguardar os interesses de todos.

    Infelizmente, nenhuma região do mundo foi poupada do flagelo da intolerância religiosa, e o mundo contemporâneo não se vê livre de problemas dessa natureza, pois a evolução do mundo para uma maior abertura foi acompanhada pela manutenção e desenvolvimento do extremismo, bem como de políticas ou práticas que vem afetando a sociedade e seus diversos componentes, incluindo minorias e grupos estrangeiros. A liberdade de religião é, de certa forma, a expressão das relações religião-sociedade; portanto, além de se expressar através de teorias e aspirações, tem sua real existência na prática social de relacionamentos e comportamentos, que nem sempre estão em consonância com o que é proclamado.

    Em alguns casos, a natureza denominacional do Estado pode ser reconhecida, embora em alguns países isso não signifique que a pluralidade religiosa seja proibida ou não seja reconhecida, mas, em outros, como é o caso de alguns países islâmicos, a identificação da nação com uma religião particular deixa pouco ou nenhum espaço para outras formas de religião ou, muito menos a "não-crença". Esta é uma fonte de violência entre instituições ou entre cidadãos de diferentes crenças, ou mesmo dentro do próprio Estado, configurando a discriminação como a criação dessas desigualdades entre as pessoas. Ao violar o princípio da igualdade, ele se opõe ao princípio democrático de garantia de satisfação de todas as pessoas. O propósito do direito e da sociedade nessa perspectiva é, portanto, satisfazer todos os seres em todos os níveis: material, intelectual e espiritual. Todas as pessoas devem ser capazes de praticar sua religião e adorar livremente, individualmente ou em comunidade, sem medo de serem alvo de intolerância ou ataques, além de qualquer constrangimento ou envolvimento negativo.

    Dentro dessas controvérsias, uma questão importante diz respeito à natureza pública ou privada da religião. A experiência mostra que não pode haver questão de negar a dimensão social específica à religião. O problema reside na fronteira entre o domínio público e as pretensões políticas das organizações religiosas e isso sugere que não é apropriado que a religião participe do poder político como parte da legitimação de um determinado sistema ou regime, ou mesmo de um partido específico, ou que qualquer instituição religiosa seja habilitada a tomar decisões políticas, ou ser favorecida pelo Estado, a fim de evitar a discriminação contra outras instituições e crenças religiosas.

    A construção e o aprimoramento constante de uma sociedade, na qual o Estado atesta plenamente o exercício da liberdade religiosa, sem interferência de qualquer tipo com interesses estranhos ao bem comum, podem e devem ser feitos por homens e mulheres de boa vontade, independentemente de acreditarem em uma manifestação religiosa particular, ou que não acreditam em nenhum.

    A comunidade internacional deve ser mais firme em sua resposta àqueles que querem usar a religião como instrumento de divisão, alimentando assim o extremismo e a violência. O compromisso efetivo com os direitos fundamentais, em particular a liberdade religiosa, representa em si mesmo um caminho para a paz. Uma vez alcançado, abrirá a porta para o advento de sociedades abertas e pacíficas, onde os povos podem viver juntos em boa vizinhança e onde diferentes religiões podem cooperar em uma maior liberdade humana.

    Estudante: Natanael Oliveira de Souza;

    Classe: 3º Ano B - Logística.

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  10. A declaração universal dos direitos humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre o povo de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual observa-se justamente o contrário quanto os caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil. Nesse contexto, percebe-se a configuração de contornos específicos, em virtude do individualismo e da má influência midiática.
    Em primeiro plano é preciso atentar para o individualismo presente na questão. Na obra " modernidade líquida", Zygmunt Bauman defende que a pós-modernidade é fortemente influenciada pelo individualismo. Infelizmente, temos uma sociedade individualista, sem respeito com o próximo e sem empatia. Tais atos podem levar um país a declínio. Enquanto a população continuar olhando apenas para si e o governo continuar sem se preocupar com seu país, isto continuará sendo um forte empecilho para sua resolução.
    Além disso, a intolerância religiosa encontra terra fértil na má influência midiática. Segundo o sociólogo Pierre bourdieu, " O que foi criado como instrumento de democracia, não deve ser convertida em mecanismo de opressão". A mídia esconde muitas informações assistenciais sobre a intolerância religiosa. E o fato da mídia esconder esse problema, a sociedade não percebe o quanto é grave esse problema no nosso país. Ao observar esse cenário brasileiro atual, o Ministério da Justiça juntamente com o ministério da cultura deveriam desenvolver palestras. As palestras devem ser webconferenciadas com intuito de alcançar mais pessoas. A mídia por meio de sites e até mesmo audivisual deveriam mostrar mais esse problema. As escolas deveriam ensinar aos seus alunos sobre individualismo e o grande problema que isso causa na sociedade. Infelizmente nossas leis são falhas em questão da intolerância religiosa. Pois, como contratou Hannah Arendt: a pluralidade é a lei da terra.

    Ítalo Valentim
    3° B Logística

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  11. A intolerância religiosa, infelizmente, esteve presente na sociedade. Há indivíduos por meio do fanatismo religioso, se acham no direito de criticar ou até mesmo de agredir o próximo, por achar que a religião do mesmo não se encaixa nos padrões definidos por sua crença.
    Nesse contexto , cabe analisar, não somente as consequências desses atos, mas o quanto isso pode interferir negativamente numa sociedade onde a crença faz parte de sua história.
    De início, cabe salientar, que esta mesma intolerância chegou ao Brasil junto com os portugueses. onde os mesmos ao perceber que os índios andavam seminus e não faziam parte da mesma religião, se achavam no direito de converte-los ao catolicismo, ignorando a cultura indígena. Para comprovar isso, uma pesquisa feita pelo jornal notícia-PE mostra que cerca de 17% das tribos tem sofrido desda época do descobrimento.
    É fundamental compreender, ainda, que mesmo o Brasil se demonstrando um país laico, apresenta características do cristianismo, observada em sua moda oficial o real, numa de suas extremidades está contido a frase: "Deus seja louvado." Uma prova disso é que segundo a revista veja, pesquisas feitas em 2015, mostraram que em 6 de cada 10 tribunais continham um crucifixo.
    Fica claro, portanto o quanto se fazem necessárias Mudanças para comprovar a laicidade da República. Retratando assim, pequenos detalhes que podem instigar a prática da intolerância como afirmou Fernand Braudeu, filosofo da escola de Annales : " As mudanças na sociedade são lentas".

    EMELY MARCELLE
    3B LOG

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  12. Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

    A Constituição Federal de 1988 – norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro – assegura os direitos e o bem-estar da população. Entretanto, quando se observa a deficiência de medidas na luta contra os caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil, verifica-se que esse
    preceito é constatada na teoria e não desejavelmente na prática. Dessa maneira, é
    evidente que a problemática se desenvolve não só devido à intolerância religiosa, mas
    também ao fanatismos, a ignorância que levam pessoas a tentar impor sua religião nas outras e uma maior atenção do Poder Público, juntamente com os setores socialmente engajados, e das instituições formadoras de opinião diante desse quadro alarmante.
    Em primeiro plano, é importante ressaltar a ausência de medidas
    governamentais para combater a intolerância religiosa. Sob a perspectiva do filósofo São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos e
    têm a mesma importância, além dos direitos e deveres que devem ser garantidos pelo Estado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa
    operação das autoridades, A manifestação de crenças no Brasil é assegurada pela legislação, assegurando (que garante) a elas liberdade religiosas e com detenção, de um mês a um ano, ou multa para aquele que impedir ou pertubar cultos religiosos. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura
    estatal de forma urgente.
    De outro parte, o fanatismo e a ignorância também podem ser apontados como promotores do problema. De acordo com Folha De São Paulo, a cada três dias, em média, uma denúncia de intolerância religiosa chega à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República .
    Partindo desse pressuposto, percebe-se que... Entre 2011 e 2014, 504 queixas desse tipo foram relatadas à pasta pelo Disque 100 – canal de denúncias para violações dos direitos humanos, que são repassadas à polícia e ao Ministério Público. Destarte, tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que o fanatismo e a ignorância contribuem para a perpetuação desse cenário caótico.
    Urge, portanto, que é essencial a atuação estatal e social para que tais
    obstáculos sejam superados. Assim, Torna-se evidente, portanto, que os caminhos para a luta contra a intolerância religiosa no Brasil apresentam entraves que necessitam ser revertidos. Logo, é necessário que o Governo investigue casos de impunidade por meio de fiscalizações no cumprimento de leis, abertura de mais canais de denúncia e postos policiais. Ademais, o governo deve promover campanhas contra condutas de intolerância religiosa e as escolas devem gerar debates, informando seus alunos sobre o tema e desconstruindo preconceitos desde cedo, juntamente com as famílias, intensificando os diálogos em casa. Dessa forma, o preconceito e a intolerância serão solidificados no Brasil.

    Maria Gabriela
    3° B Log

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  13. Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil.


    Parte da sociedade conserva o preconceito e intolerância , que vem coexistindo nitidamente de gerações em gerações, privatização que ocorreu inclusive na chegada dos portugueses em 1500, os mesmos reduziam qualquer tipo de liberdade religiosa, cravando assim suas intolerâncias e crenças no Brasil.A repreensão ainda existe na atualidade, mesmo com a clareza que o artigo 208 demonstra, os erros se repetem marcando e trazendo consequências .A base da educação se obtem desde o berço, um momento importante para revelar deveres que um cidadão deve seguir, assim como nas escolas, que possuem um papel considerável, onde crianças passam boa parte de suas vidas, aprendendo , desenvolvendo e pondo em prática princípios de convivência com pessoas diferentes. Esse é um momento oportuno de ensinamentos , tornando conivente para construção da moralidade das crianças, enraizando o respeito aos direitos humanos e sociedade. Infere-se que a Constituição da República Federativa do Brasil tenha total insistência no respeito pelas crenças religiosas, trazendo a memória da empatia em trabalhos e atividades escolares quando pequenos. Com decretos mais rígidos, permitindo tempo penal de maior duração em pro das vítimas desse crime,ordenando suporte emocional e apoio pela tal violência para toda sociedade em qualquer lugar do país.

    Jamyly Evelin 3B log

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  14. CAMINHOS PARA COMBATER A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NO BRASIL


    A população brasileira tem uma grande variedade de religiões,onde todas sofrem com o preconceito da aceitação, a cultura afro-brasileira tem origem na África e chegou até aqui através de escravos trazidos por navios negreiros que cruzavam os mares procurando riquezas e com isso muitos ficavam em terras e junto com eles seus escravos,com isso a cultura foi se espalhando chegando aqui no Brasil.


    Criticar uma religião é assegurado como liberdade de expressão, mas segundo a constituição da República federativa do Brasil,onde também diz que atitudes como agressão,ofensas e tratamentos desumanos a pessoas com crenças diferentes ou sem crença,por isso é um crime inafiançável onde pode haver detenção ou multa.Existem outras religiões além da afro brasileira que sofrem com a intolerância religiosa como é o caso da evangélica onde muitas pessoas não a toleram e começam a critica-la por ter costumes e regras diferentes de outras.


    Leis foram criadas para combater a retirar essa intolerância da sociedade em si,podemos começar respeitando as decisões e escolhas de cada um. Segundo o gráfico apresentado pela Secretária de direitos humanos da República há uma grande quantidade de denúncias que envolveram agressões físicas, e os indivíduos que mais sofrem esse tipo são de religiões onde pensam que por terem uma crença diferente são desconsiderados humanos, mas respeito vem em primeiro lugar,respeite a escolha do outro.


    Esse processo de combate a intolerância religiosa no Brasil está longe de melhorar e a cada ano crescem mais os casos. Em minha visão leis mais severas poderiam serem criadas,onde iriam evitar a intolerância e menas mortes em decorrência deste tipo de preconceito com pessoas que seguem uma crença ou pessoas que não seguem nenhuma crença.


    Kassandra 3°B log

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  15. Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
    O Brasil é um país laico e que permite que seus moradores tenham liberdade de expressão de acordo com a lei. Assim como as instituições religiosas têm seus direitos de professar sua crença, as pessoas que não se identificam ou não concordam com tal religião têm seus direitos de não gostar; porém, a partir do momento em que isto leva a uma violência por motivos de ódio torna-se um caso grave, como é comprovado no Jornal do Senado (2016).
    Como publicado pela Folha Uol em 2016, a religião mais afetada e denunciada é a afro-brasileira, sendo assim, sabemos que está associado a um preconceito ainda maior existente no país, o racismo. Vale salientar de que nenhum indivíduo nasce com tais preconceitos, a sociedade composta de pessoas intolerantes a todos os tipos de expressão é que os impõe tais pensamentos que sinceramente destrói o conceito de respeito entre indivíduos sociais.
    Pessoas precisam de algo em que acreditar e depositar sua fé, seja em Cristo, no universo, na natureza, em Santos, não importa, cada um tem este direito, cabe a cada um de nós respeitar uns aos outros e não sentir incômodo com as crenças alheias.
    Os níveis de violência no país só aumentam, e infelizmente a causa disto é a sociedade em si que procura motivos para desrespeitar e derrubar os direitos uns dos outros; e mesmo existindo leis, apresentadas no art.208 do Capítulo 1 do código penal, que mostram resultados deste desrespeito a partir do momento em que a violência entra em cena, a sociedade não muda, e consequentemente, não evolui.
    Este processo de mudança para uma convivência entre pessoas que apoiam ou não as religiões pode ser lento ou até mesmo impossível se não houver colaboração da população e do Governo do país, que estabeleceriam leis mais rígidas em combate a esta intolerância crescente.
    ANA CLARA FIGUEIRÔA SANTOS 3B LOG.

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  16. Segundo ideais Sociológicos, a instituição religião passou a ter grandes funções na sociedade, alcançando pilares espirutuais, econômicos, educacionais e políticos. O cristianismo é uma das religiões que mais tem influência e domina essas vertentes, o que causa compreensão acerca dos viéis religiosos desta religião. Entretando, uma rrligiosidade que fuja dessas características e viéis ocorre um bloqueio ou até mesmo preconceito das pessoas.
    O Filosófo Iluminista Vontaire, em uma de suas mais famosas falas sobre liberdade, justiça e intolerância, ele diz "Eu não concordo com uma palavra que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dize-las". O que concretiza que os alguns relgiosos, em destaque para as religiões mais bem vistas na sociedade, podem não concordar com a pregação de outro indivíduo, porém, além de não concordar, ansseia tirar o direito deste, com aspectos e argumentos de que apenas ele acredita.
    A intolerância não é uma problemática atual, é enraízada há muito tempo, sobretudo é uma ocorrência da existência dos campos de concentração dos judeus. Atualmente esse problema afeta diversas religiosidades que fogem daquilo que foi pregado como correto entre as autoridades, com destaque para as religiões afro-descedentes. Afetando ritos, esculturas, oferendas e a religião como um todo, atinge também o convívio em sociedade.
    A diminuição desses fatos ocorrerão com políticas públicas criadas, entre a população, mas expecificamente em escolas, para que crianças e jovens obtenham uma percepção diferente, relacionado aos demais membros sociais. Campanhas e ideais de respeitos realizados pelo estado e o governo federal, conscientiza as pessoas sobre a liberdade de cada um e a tolerância para com todos. Implantar-se leis para as crenças mais desfavorecidas, protegendo-as de violência e desrespeito com seus ritos doutrinas.
    Dessa forma, casos de falta de tolerância, incompreensão e desinformações serão minimizadas, respeitando leis já postas e o direito de ir e vir de cada indivíduo.

    Fábio Silva, 3°Blog

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  17. Aluna: Rayssa Kaylanne da Silva
    3 ano B Logística

    Intolerância ou ignorância religiosa?

    Nos tempos atuais, existem inúmeras religiões ao redor do mundo. O Brasil é um país que abrange diversas religiões entre seus habitantes, porém, a discriminação e a intolerância religiosa, tem se tornado cada vez mais incoerente, e isso é um fato que se torna frustrante.
    Como muitos tem entendimento, a intolerância religiosa é um conjunto de atitudes e ideologias ofensivas, capazes de atingir uma determinada religião e até mesmo a quem não tem. Ela é um crime de ódio, que segundo a lei, fere a liberdade e a dignidade humana.
    No artigo 208, a lei diz que: "Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso, é crime." E tem pena de: detenção, de um mês a um ano, ou multa.
    As principais causas da intolerância religiosa são: A necessidade de expansão de uma religião se sobrepondo sobre outras, a falta de crença e desrespeito de uma religião com outra e a ignorância sobre valores de uma determinada religião.
    A ignorância religiosa tem se tornado cada vez mais comentada, embora o fluxo de informações, esteja se tornando cada vez mais rápido pelos diversos meios de comunicação. Mas será que é intolerância ou ignorância por parte das pessoas?
    Embora esse fator esteja se tornando cada vez mais notório, existem formas de combater a intolerância religiosa, como por exemplo, levar para as escolas conhecimento sobre todos os tipos de religião e, não esquecer de dialogar com as pessoas sobre o assunto. Criando discussões pacíficas sobre isto.
    Com isso, é possível que seja inibida a intolerância religiosa e as pessoas poderão compreender melhor os valores de cada tipo de religião existentes. Além de alertar sobre o respeito e empatia entre todos.

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Redação, 19 de Abril

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